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sensores industriais mais utilizados em automação

sensores industriais mais utilizados em automação

Você vai descobrir de forma prática e bem-humorada os sensores de proximidade indutivos e capacitivos, os fotoelétricos e ultrassônicos, e os de temperatura como termopares e RTD tipo PT. Vai ver também onde os sensores de nível e de pressão em tanques e tubulações brilham, quando escolher encoders rotativos absolutos ou incrementais para posição e velocidade, além de sensores de vibração e acelerômetros para monitoramento. Depois aprende como escolher, instalar e manter cada sensor, olhando para alcance, ambiente e precisão, com boas práticas de instalação, calibração e manutenção preventiva. Tudo sem enrolação — pronto para domar qualquer sensor teimoso na sua linha de produção.

Para quem quer um panorama mais técnico sobre integração de sensores e atuadores na máquina, veja este guia de sensores e atuadores para automação industrial.

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Principais Conclusões

  • Sensores indutivos detectam metal sem contato — ótimos em linhas com peças metálicas.
  • Sensores capacitivos detectam plásticos e líquidos através de recipientes não metálicos.
  • Fotoelétricos são precisos para objetos pequenos, cores variadas e peças transparentes.
  • Ultrassônicos medem por “eco” — ideais para líquidos e superfícies irregulares.
  • Sensores de temperatura (termopares, RTD PT100) garantem que o processo não passe do ponto.

Tipos essenciais: sensores industriais mais utilizados em automação

Os sensores industriais mais utilizados em automação são sua linha de frente; eles detectam presença, distância, nível, temperatura e até cor. Você verá com frequência indutivos, capacitivos, fotoelétricos, ultrassônicos, termopares e RTD PT100. Cada tipo tem vantagem clara: uns preferem metal, outros líquido, outros desafios visuais — escolha conforme a aplicação.

Na prática, a escolha do sensor muda a eficiência da sua linha. Um sensor indutivo para contar parafusos é diferente de um ultrassônico que mede nível em um silo de grãos. Verifique saída (digital/analógica), tipo de sinal (4–20 mA, tensão, NPN/PNP) e compatibilidade com seu PLC — pequenos ajustes de sensibilidade podem transformar um sensor mediano em herói da produção. Para entender melhor integração de sensores com sistemas e protocolos, consulte este material sobre protocolos de comunicação para automação industrial e as opções de conexão como Modbus RTU ou OPC UA entre SCADA e PLCs.

Sensores de proximidade indutivos e capacitivos

  • Indutivos: detectam metal sem contato, resistem a sujeira e vibração — ideais para contagem de parafusos, eixos e detecção em chapas metálicas.
  • Capacitivos: detectam líquidos, plásticos, pó e níveis através de recipientes não metálicos; atenção a acúmulo e espuma que podem causar leituras falsas.

Fotoelétricos e ultrassônicos

  • Fotoelétricos: modelos de barreira, reflexo e difusos — ótimos para peças pequenas, etiquetas e plásticos transparentes quando bem ajustados. Para aplicações que exigem inspeção visual complexa, combine fotoelétricos com soluções de visão artificial.
  • Ultrassônicos: medem por som, ignoram cor e brilho — indicados para líquidos e superfícies irregulares; menos eficazes com espuma intensa ou superfícies muito absorventes. Em indústrias que monitoram falhas por ultrassom, veja métodos de detecção de falhas por ultrassom.

Quando escolher:

  • Fotoelétrico: peças pequenas ou transparências.
  • Ultrassônico: líquidos, superfícies irregulares, distâncias médias.

Termopares e RTD PT100 para medir temperatura

  • Termopares: baratos, cobrem faixas altas de temperatura; exigem compensação de junta fria.
  • RTD PT100: maior precisão e estabilidade em temperaturas moderadas; frequentemente usados em 3 ou 4 fios para eliminar erro de cabeamento. Para procedimentos de ajuste e verificação, consulte um guia sobre como calibrar sensores de temperatura.

Aplicações práticas na automação: onde você usa cada sensor

Você instala sensores para que a planta fale com você — sem drama. Em linhas de produção, tanques e máquinas, cada tipo tem papel claro: medir nível, pressão, posição, velocidade e vibração. Abaixo um panorama rápido dos sensores industriais mais utilizados em automação para facilitar a compra e a escolha técnica:

  • Sensores de nível (ultrassônicos, radar, boia)
  • Sensores de pressão (transdutores piezoelétricos, strain gauge)
  • Encoders (absoluto e incremental)
  • Sensores de vibração e acelerômetros

Quando a máquina pifar às 3 da manhã, você vai agradecer por ter escolhido os sensores certos. Em circuitos de controle, eles alimentam o PLC que aciona válvulas, motores e alarmes — um sensor bem colocado reduz paradas, evita desperdício e previne surpresas.

Considere ambiente (corrosão, sujeira), confiabilidade e facilidade de manutenção — escolha materiais resistentes e um grau IP adequado. Priorize alcance, ambiente e precisão antes de custo. Para instrumentação de processos e seleção de técnicas adequadas, vale conferir as técnicas de instrumentação para controle de processo industrial.

Comparativo rápido: Aplicação comum dos sensores

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Sensores
Uso comum (0-100)

Indutivo

80
Capacitivo

65
Fotoelétrico

75
Ultrassônico

60
Temperatura (TP/RTD)

85

Alta aplicabilidade

Aplicabilidade específica

Sensores de nível e pressão em tanques e tubulações

Para tanques, objetivo é evitar derramamento, garantir abastecimento e proteger bombas. Sensores de nível (ultrassom, radar, boia) informam níveis; sensores de pressão (strain gauges, piezo) detectam bloqueios ou vazamentos. Configure alarmes e redundância quando falha custa caro; calibragens periódicas evitam falsos alarmes. Boas práticas de instrumentação e calibração são descritas em tutoriais de instrumentação e calibração industrial.

Encoders rotativos absolutos e incrementais

  • Incrementais: medem velocidade e contam pulsos — simples e econômicos.
  • Absolutos: mantém posição após falta de energia — essenciais para robôs e mesas de posicionamento.

Escolha resolução e protocolo (SSI, CANopen) conforme integração; proteja contra poeira e vibração.

Sensores de vibração e acelerômetros para monitoramento

Monitore rolamentos, redutores e máquinas rotativas. Pequenas variações de vibração antecipam falhas. Configure limites RMS ou análise FFT para detectar desgastes, desalinhamento e desequilíbrio. Para estratégias de manutenção baseada em vibração, veja conteúdos sobre manutenção preditiva com sensores vibracionais e estudos de análise preditiva de falhas de motores com sensores de vibração.

Como você escolhe, instala e mantém sensores industriais

Escolher sensores é como escolher sapatos: tamanho, material e resistência ao clima da fábrica. Identifique o que medir (vibração, pressão, nível, presença) e o ciclo de uso — para 24/7 prefira modelos robustos e com boa vida útil. Lembre-se dos sensores industriais mais utilizados em automação para basear escolhas em experiência prática.

Na instalação: evite fontes de ruído elétrico, sombras e reflexos para fotoelétricos; alinhe e fixe bem para evitar leituras erradas. Use cabos blindados e conectores com proteção adequada. Documente pontos de instalação para facilitar manutenção. Para integração com supervisão e controle, consulte o guia de introdução ao SCADA e estratégias de monitoramento remoto via IIoT (incluindo uso de MQTT).

Manutenção: crie plano de checagem, registre leituras de referência e faça calibrações regulares. Troque componentes previsíveis e mantenha histórico — detectar deriva cedo evita paradas caras. Abordagens modernas combinam manutenção preditiva, sensores IoT e análises em borda, conhecidas como edge computing, apoiadas por machine learning na indústria.

Critérios de seleção: alcance, ambiente e precisão

  • Alcance: respeite distância mínima e máxima e escolha margem de segurança.
  • Ambiente: poeira, umidade e temperaturas extremas pedem IP e materiais adequados.
  • Precisão: defina tolerância de erro (1% pode ser demais ou pouco dependendo do processo).

Priorize: alcance → ambiente → precisão → custo/compatibilidade.

Boas práticas de instalação e calibração (fotoelétricos e ultrassônicos)

  • Alinhe fotoelétricos com precisão; proteja lentes e evite locais com muita poeira.
  • Em ultrassônicos, mantenha ângulo correto e cone de medição livre; evite superfícies muito inclinadas ou absorventes.

Manutenção preventiva para sensores de pressão e nível

Inspecione vedações, conexões e boias; limpe diafragmas com produtos compatíveis. Registre valores de referência para detectar deriva e agende calibração antes que leituras fujam do tolerável. Integre rotinas de verificação com sistemas de monitoramento remoto e políticas de manutenção preditiva com sensores IoT.

Perguntas Frequentes

O que são sensores industriais mais utilizados em automação?

São dispositivos que detectam posição, presença, temperatura, pressão e luz — os olhos e ouvidos das máquinas.

Quais sensores medem distância e posição?

Ultrassônicos, sensores a laser, encoders e, para metal, indutivos.

Como escolher sensores para o seu projeto?

Analise ambiente, precisão, velocidade e tipo de alvo. Em ambientes sujos, escolha sensores robustos.

Sensores industriais mais utilizados em automação são caros?

Há desde opções baratas até investimentos maiores. Precisão e robustez normalmente elevam o custo — avalie custo vs. risco de parada.

Como manter sensores funcionando bem?

Limpe, calibre, proteja contra poeira/água, verifique cabos e mantenha histórico de leituras. Considere também estratégias de manutenção preditiva na automação com IoT e monitoramento contínuo para reduzir surpresas.


Resumo prático: conhecer os sensores industriais mais utilizados em automação e suas limitações é metade da solução — a outra metade é instalar certo, calibrar e manter com rotina. Com isso, sua linha fica mais confiável e menos propensa a surpresas.

Para aprofundar em monitoramento, análise preditiva e aplicativos de chão de fábrica com sensores conectados, veja também aplicações de gestão industrial e digitalização de chão de fábrica com IIoT e recursos sobre manutenção industrial preditiva com sensores IoT.

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Foto de Matheus Costa

Matheus Costa

Coordenador de Marketing, especializado em estratégias digitais e produção de conteúdo.

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