como escolher plc para automação industrial pode parecer um labirinto de siglas e luzes piscando. Você vai descomplicar tudo aqui: como comparar PLC por I/O e comunicação, o que checar nas especificações, e como decidir entre compacto e modular sem drama. Dicas práticas sobre tamanho, custo, instalação e marcas — curto, prático e com humor para salvar o seu dia. Para quem quer um roteiro mais detalhado de implantação, vale consultar um guia passo a passo de automação industrial.
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Principais aprendizados
- Escolha um PLC fácil de programar para não virar refém do manual. (Se quiser treinar, há um curso gratuito de automação com PLC.)
- Garanta entradas/saídas sobrando para crescer sem dor de cabeça.
- Verifique se ele se comunica com seus outros equipamentos. Consulte materiais sobre protocolos de comunicação industriais.
- Prefira marcas com suporte rápido. Veja também referências sobre as empresas de automação no Brasil.
- Pense no custo total; seu bolso não gosta de surpresas.
Como escolher PLC para automação industrial: critérios essenciais
Escolher um PLC é como escolher um bom parceiro de trabalho: você quer alguém que cumpra a função, não que complique sua vida. Primeiro, pense no número de I/O que o seu sistema precisa hoje e amanhã — conte sensores, atuadores e possíveis expansões (uma boa referência sobre sensores e atuadores). Subestimar dá gambiarra; superestimar é pagar por coisa parada.
Depois, avalie comunicação: protocolos e portas erradas transformam projeto simples em novela. Procure PLCs com suporte a Modbus, Profinet ou EtherNet/IP e portas que batam com sua rede. Para detalhes práticos sobre esses protocolos, consulte o conteúdo sobre Profinet e EtherNet/IP e sobre configuração de Modbus RTU. Isso evita adaptadores, latência e soluções improvisadas.
Por fim, analise confiabilidade e suporte: um PLC barato que trava no meio do turno vira sua dor de cabeça. Veja histórico do fabricante, disponibilidade de peças, documentação e comunidade técnica. Um apanhado das opções no mercado ajuda na comparação entre hardwares: comparativo de controladores lógicos. Se quer saber exatamente como escolher plc para automação industrial, foque nesses três pilares: I/O, comunicação e suporte.
Seleção de PLC por I/O e comunicação
Conte as entradas e saídas como se fosse lista de compras: é melhor sobrar do que faltar. Verifique quantas entradas digitais, entradas analógicas, saídas digitais e saídas analógicas você precisa. Prefira PLCs que aceitem módulos de expansão sem trocar a CPU. No planejamento de painéis, consulte boas práticas em projeto elétrico e layout de quadro de comando.
Na comunicação, priorize protocolos suportados pelo seu CLP e pelos equipamentos de campo. Se a planta usa Ethernet industrial, PLC com Profinet ou EtherNet/IP reduz adaptadores e latência. Para longas distâncias, Modbus RTU continua prático. Fique atento a latência, determinismo e número de portas físicas — mais informações técnicas sobre redes industriais e determinismo estão em redes industriais para comunicação entre CLPs.
Especificações de PLC para automação que você deve checar
- Tempo de varredura (scan time) — define se o PLC responde rápido ou parece estar de férias.
- Memória — espaço para programas e logging; importante em aplicações com histórico intenso.
- Tolerâncias ambientais — temperatura, IP, resistência a vibração e poeira; certificações (CE, UL).
- Recursos extras — I/O isolado, entradas de segurança, redundância. Para requisitos de segurança funcional, veja materiais sobre implementação de segurança funcional conforme IEC e normas de segurança funcional.
- Linguagens suportadas — Ladder, Structured Text, etc., compatíveis com sua equipe. Se sua equipe programa em Ladder ou quer aprender, há guias como 7 dicas de programação em Ladder e um tutorial de Ladder para CLP Siemens. Para Structured Text, consulte programação em Structured Text, e para arquiteturas mais modernas de software, vale ver POO em CLP.
Checklist rápido de critérios
- Contagem de I/O: digitais e analógicas hoje e para expansão.
- Protocolos de comunicação: Modbus, Profinet, EtherNet/IP ou outros.
- Tempo de varredura: compatível com suas necessidades de resposta.
- Memória e armazenamento: espaço para programa e logs.
- Ambiente: temperatura, IP, vibração e poeira.
- Suporte e peças: disponibilidade local e documentação.
- Recursos de segurança: entradas seguras, certificações.
- Capacidade de expansão: módulos e racks sem trocar CPU.
PLC compacto vs modular para automação
O PLC compacto é como um canivete suíço: CPU, I/O e fonte numa só caixa. Facilita a montagem, reduz fiação e ocupa pouco espaço — ideal para painéis apertados e máquinas com I/O fixo.
O PLC modular é estilo LEGO: monta-se o que precisa, troca-se módulos facilmente, com mais opções de comunicação e placas especiais. Excelente quando se prevê crescimento ou funções variadas — soluções de automação modular e inteligente são abordadas em POO e automação modular.
Se sua dúvida é como escolher plc para automação industrial, avalie projeto, espaço e futuro. Compare custo inicial, custo de expansão e impacto no painel — uma decisão bem feita evita troca cara depois.
Aqui um gráfico simples comparando fatores típicos entre compacto e modular:
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Comparação: Compacto vs Modular (0-100)
Custo inicial
Escalabilidade
Facilidade de instalação
Flexibilidade de comunicação
Compatibilidade com pouco espaço
Compacto (valores típicos)
Modular (valores típicos)
Quando escolher PLC compacto para máquinas industriais
Escolha compacto quando a máquina tiver poucas E/S fixas, lógica simples e espaço limitado: embaladoras pequenas, cortadoras, máquinas de bancada. Ótimo quando ciclo de vida curto ou investimento reduzido é necessário. Se há chance de expansão, avalie crescimento antes de optar; para projetos sob medida, profissionais consultam projetos de automação sob medida.
Critérios para escolher entre compacto e modular
- I/O atuais e futuros — conte pontos e estime crescimento.
- Comunicação — verifique EtherNet/IP, Profinet, Modbus etc. (veja Profinet/EtherNet‑IP e Modbus RTU).
- Espaço no painel — compacto para pouco espaço; modular se houver rack. Consulte o projeto elétrico do quadro de comando.
- Custo total — inclua expansão, manutenção e treinamento.
- Disponibilidade 24/7 — para alta disponibilidade, modular com redundância.
Tamanho, custo e instalação na prática
Tamanho define painéis e conduítes; custo inicial pode ser menor no compacto, mas modular facilita expansão. No compacto, fiação é mais simples; no modular, plano de rack e ventilação são necessários. Uma regra prática: se não tem certeza do crescimento, deixe espaço no painel e prefira arquitetura que permita trocar ou ampliar sem parar a produção por semanas — na prática, projetos bem-sucedidos seguem passos do processo de implementação.
Comparação de PLC industriais e melhores marcas
Quer saber como escolher plc para automação industrial sem virar robô especialista? Comece comparando desempenho, I/O, protocolos e suporte. Preste atenção ao ecossistema de software e bibliotecas de funções — salvam seu dia quando requisitos mudam de madrugada. Uma visão geral de softwares de automação mais usados ajuda a escolher pelo ecossistema.
Pense no custo total: não olhe só o preço do hardware. Inclua treinamento, licenças, peças e tempo de comissionamento. Marcas com boa documentação e suporte local reduzem custos a médio prazo. Para comparar hardwares, veja o levantamento de melhores controladores lógicos programmáveis.
Considere também confiabilidade e certificações (SIL, normas alimentícia/farmacêutica, etc.). Teste comunicação com seus sensores e redes antes de decidir.
Melhores marcas de PLC para indústria
- Siemens — integração com TIA Portal e exemplos práticos em aplicação do TIA Portal
- Rockwell Automation (Allen‑Bradley)
- Mitsubishi Electric
- Schneider Electric
- Omron
- ABB
Diferenças entre PLC e CLP explicadas para você
Respire: PLC e CLP são a mesma coisa no fim das contas — PLC (inglês) e CLP (português). Mais importante que o nome é a capacidade de I/O, velocidade de scan e o ambiente onde o controlador vai trabalhar. Foque nisso. Para normas e boas práticas de programação, revisite a introdução à norma IEC.
Qual o melhor PLC para automação industrial por setor
- Automotivo: priorize performance, tempo de resposta, motion control e integração com robôs — recursos de controle avançado podem precisar de bibliotecas específicas.
- Alimentos/farmacêutico: priorize higiene, facilidade de limpeza e certificações; veja normas e segurança funcional em normas aplicáveis.
- Processos (óleo e gás): prefira redundância, tolerância a falhas e compatibilidade com DCS.
Perguntas frequentes
- como escolher plc para automação industrial: por onde começar?
Pense na sua máquina: quantas entradas e saídas precisa? Escolha um PLC com margem para expansão. Se estiver começando, um curso introdutório gratuito ajuda a entender os termos e processos.
- Quais recursos você deve buscar no PLC?
Ethernet, módulos analógicos, programação fácil, comunicação rápida e memória sobrando. Avalie também suporte a técnicas de controle como PID (veja controle PID em malha fechada com CLP).
- Marca importa na hora de escolher?
Sim e não. Marcas grandes têm suporte e comunidade; marcas menores custam menos. Escolha pelo que resolve seu problema, não só pelo logo. Consulte comparativos de controladores para formar opinião.
- Como saber quantas E/S eu preciso?
Conte sensores e atuadores e adicione uma folga para futuro. Falta de E/S é dor de cabeça.
- Posso usar um PLC barato na indústria?
Pode, se a aplicação for simples. Mas não economize em segurança e disponibilidade crítica.
Conclusão
Saber como escolher plc para automação industrial passa por entender I/O, comunicação e suporte — e por comparar custo inicial vs custo de expansão. Planeje para o futuro, teste integrações (protocolos e rede) e escolha um fornecedor com suporte local. Para fechar com segurança e seguir para implementação prática, consulte um projeto sob medida ou o guia passo a passo. Uma boa decisão hoje evita noites sem dormir amanhã. Boa automação — e café quente para o técnico.








